Portal Administração - Tudo sobre Administração de Empresas

administração
7 dicas essenciais para você se tornar mais resiliente Você sabe como funciona uma cadeia de suprimentos? Peter Drucker e a Ciência da Administração

Quais são as 3 habilidades do administrador?

O profissional administrador de empresas


Habilidades do administrador

Nos dias atuais a administração revela-se como uma ciência humana repleta de complexidade e desafios. Os profissionais formados em administração podem atuar nos mais variados segmentos do mercado, bem como em diversos níveis dentro de uma organização – tudo isso devido a ótima amplitude proporcionada pelo curso. Em função das características que cada organização possui, o administrador define estratégias, resolve problemas, efetua diagnósticos e também gera inovação e competitividade para a empresa.


Toda empresa quando pretende incluir um novo executivo, ou até mesmo repor uma vaga importante para a organização, submetem os candidatos a uma infinidade de testes, ao mesmo tempo em que investigam as qualidades e competências do futuro colaborador. Além dos conhecimentos técnicos e habilidades, também são avaliados outros aspectos, como a atitudes, as características de personalidade, o passado, formação, histórico em outras empresas, etc. A finalidade é verificar se suas qualidades se conciliam com a cultura organizacional, com seu futuro ambiente e também com as pessoas com quem vai trabalhar.

As habilidades essenciais do administrador


Habilidades do administrador

Segundo Katz, o sucesso do administrador moderno depende mais do que ele consegue fazer, do que daquilo que ele é. Seu desempenho será resultado das habilidades que possui, uma vez que uma habilidade é a capacidade de transformar conhecimento em ação e que resulta em um desempenho desejado. Para ele existem três tipos essenciais para o bom desempenho do administrador. São elas: as habilidades técnicas, humanas e conceituais.

1. Habilidades Técnicas: são as habilidades que envolvem o uso de conhecimento especializado, ou ainda pode ser considerado como a facilidade do administrador de executar técnicas relacionadas ao trabalho. Como exemplo, temos habilidades específicas em gestão de projetos, recursos, finanças, produção, logística, entre outros. É a habilidade que está relacionada ao fazer.

2. Habilidades Humanas: se categorizam como habilidades inerentes ao administrador. Estão relacionadas ao trabalho com pessoas e se referem à facilidade de utilizar o relacionamento interpessoal, ou trabalho em equipe. Essa habilidade envolve a capacidade de se comunicar, motivar, coordenar, liderar e resolver conflitos pessoais ou em grupos. É a habilidade relacionada à interação.

3. Habilidades Conceituais: são as habilidades que envolvem a visão da unidade organização, ou da empresa como um todo. Pode ser considerado como a facilidade em trabalhar com conceitos, teorias e ideias. Um administrador com habilidade conceitual está apto para compreender as várias funções da organização, otimizá-las e auxiliar no relacionamento da companhia com seu ambiente. É a habilidade que está relacionada ao pensar, ao raciocínio.

As competências duráveis de um bom administrador


Competências do administrador

Todos sabem que atualmente a concorrência no mercado está bastante acirrada. Por isso a combinação das habilidades citadas acima é de suma importância para o administrador, uma vez que auxilia na estabilidade do cargo e proporciona maior crescimento dentro da organização. O profissional precisa entender que seu capital intelectual e interpessoal são suas maiores riquezas. Para Chiavenato, o administrador precisa ir além das habilidades técnicas, humanas e conceituais, sendo necessário desenvolver também três competências que ele nomeia de duráveis. São elas: o conhecimento, a perspectiva e a atitude.

1. Conhecimento: é a competência que reflete todo o acervo de informações, experiências, conceitos, especialidades e ideias que o administrador possui. Como o conhecimento é mutável, o profissional de administração de empresas precisa atualizar-se constantemente, renovando suas capacidades de maneira contínua – como se funcionasse feito um Ciclo PDCA pessoal (que nunca para de girar). Isso significa aprender, se reciclar, relacionar-se continuamente, a fim de não se tornar obsoleto e desnecessário para a empresa e seu negócio.

2. Perspectiva: pode ser considerada como a capacidade de se colocar o conhecimento em ação, ou seja, saber transformar a teoria em prática. É importante que o administrador saiba que não é o suficiente apenas ter o conhecimento, saber a teoria, mas sim ter a capacidade e o know-how de como colocá-lo em prática, ou aplicá-lo nas mais diversas situações. A perspectiva representa a competência de saber diagnosticar situações e perceber oportunidades que nem sempre são identificadas pelas pessoas comuns. É a perspectiva que dá independência e autonomia ao administrador na execução de suas atividades.

3. Atitude: essa é uma característica um pouco especial. Ela significa o comportamento pessoal do administrador frente às situações do dia a dia. A atitude representa o estilo pessoal do funcionário de fazer as coisas, de lidar com um problema, sua maneira de liderar, de motivar, de se comunicar, etc. Essa competência envolve o impulso e o espírito de inovar, empreender, ser inconformista e não ficar parado na zona de conforto. Esta é a competência durável que transforma o administrador é um agente de mudança dentro da organização.

Conclusão – Quais são as 3 Habilidades do administrador


Mas afinal, como saber qual das habilidades ou competências é a mais importante? Sem dúvida, o ideal seria a junção de todas, o que proporcionaria para a organização o tão sonhado “profissional perfeito”. Mas todos sabemos, que por mais que tentemos otimizar nossas características, sempre irão existir lacunas e alguns aspectos, por exemplo, existem administradores com ótima capacidade técnica, mas que pecam em quesitos interpessoais, e vice-versa. Porém, no quesito competência, para o autor responsável por elencá-las, a mais importante é a atitude. Para Chiavenato, o administrador precisar ser o agente da mudança, onde seu principal produto é a inovação.

Na verdade, administrar é muito mais do que uma mera função corporativa, de cursos e atividades. Quando as situações difíceis e problemas surgem no ambiente de negócios, trata-se não apenas de saber manter a calma e possuir resiliência, mas de ter a capacidade para inovar e renovar continuamente as soluções aplicadas pela empresa. O papel do administrador em época de mudanças e instabilidade deve e precisa ser o de agente inovador. Na administração, o profissional precisa ter as qualidades condizentes com a empresa, que irão auxiliar a mesma na obtenção de seus objetivos e ampliação na participação de mercado.

Bom, é isso aí pessoal! Até a próxima.

Autor: Filipe Bezerra
Referências Bibliográficas:
MAXIMIANO, Amaru. Teoria Geral da Administração. Atlas, 2012
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução a Teoria Geral da Administração. Elsevier, 2004.

-----

Nós também estamos no Twitter e no Google+!

O que se estuda em administração?

A origem da administração e seu conceito


O que se estuda em administração?

Bom, antes de adentrar nos conceitos abordados pelo curso, vamos aprender um pouco mais sobre sua origem. A palavra administração vem do latim ad (que significa direção) e minister (que reflete subordinação), ou seja, aquele que realiza uma função sob o comando de alguém. Porém, é sabido que com o passar dos anos a palavra administração sofreu uma grande mudança em seu significado original, passando a ser a responsável pela interpretação dos objetivos organizacionais, afim de transformá-los em ações por meio do planejamento, organização, direção e controle dos esforços corporativos.


Seguindo a lógica do conceito atual, podemos entender que a administração é a integração de vários processos, que juntos controlam o uso dos recursos a fim de alcançar os objetivos organizacionais. Tanto o significado como o conteúdo e a aplicação prática da administração mudaram com o passar do tempo, sofrendo uma ampliação para além do escopo específico abordado nos livros. O conteúdo abordado ao longo do curso pode variar bastante, uma vez que depende muito de suas teorias e das áreas de estudo que serão abordadas. No curso de administração dificilmente você verá a abordagem de um conteúdo específico em detrimento das demais, mas sim uma visão ampla, comparativa de diversas áreas.

Principais disciplinas do curso de administração


1. Teoria Geral da Administração: É considerada por muitos como a mais importante disciplina do curso, variando entre TGA 1, 2 e 3. Nesta disciplina o aluno irá aprender sobre as principais teorias e conceitos que norteiam a ciência da administração, desde os princípios da administração pesquisados por Fayol, passando pela abordagem científica elaborada por Taylor e Ford, até as teorias mais modernas e conceituais, como por exemplo, a teoria das organizações e outras novas abordagens.

2. Economia, Finanças e Contabilidade: Nas matérias ao lado o aluno irá se deparar com o estudo do ambiente econômico, cenários, patrimônio organizacional, ou seja, o estudo fiscal e econômico da pessoa jurídica. A ciência contábil desenvolve suas funções ao redor do patrimônio como meio de alcançar sua finalidade. É a disciplina que permite ao administrador registrar fatos e produzir informações que irão possibilitar o controle e planejamento de como o patrimônio será gerido.

3. Cálculo e Matemática Financeira: São duas disciplinas distintas, porém que abordam um conteúdo bastante semelhante dentro da ciência administrativa. São matérias que preparam e condicionam o aluno do curso sobre a compreensão da administração financeira necessária no ambiente corporativo. Ambas auxiliam o administrador na ampliação acerca do entendimento organizacional, ajustando o raciocínio para conceitos mais lógicos e racionais.

4. Metodologia de Pesquisa: Da mesma forma que a Teoria Geral da Administração, a metodologia de pesquisa também é considerada uma das principais disciplinas nos cursos das universidades. A metodologia proporciona ao aluno a competência necessária para realizar pesquisas acadêmicas, como também no reconhecimento de técnicas e procedimentos padronizados para elaboração da monografia e do TCC (podendo ser aplicada em outros projetos e trabalhos).

5. Estatística e Pesquisa Operacional: A primeira, pode ser considerada como a disciplina que irá proporcionar a capacidade do futuro administrador de registrar, mensurar, analisar e colocar em prática conhecimentos que irão ajudá-lo à resolver os problemas decorrentes do negócio da empresa. Já no ramo da pesquisa operacional, o aluno irá estudar matemática aplicada, fazendo uso de modelos matemáticos e algoritmos que irão auxiliar o futuro administrador em sua tomada de decisão.

6. Recursos Humanos e Gestão de Pessoas: Trata-se das matérias responsáveis pela gestão de pessoas e seus sistemas. Nelas o aluno irá aprender sobre todas as questões que envolvem os colaboradores, tais como cargos e salários, plano de carreiras, contratação, benefícios, entre outros aspectos. Além desses pontos, o futuro administrador irá absorver velhas teorias da administração, como por exemplo, a Teoria X e Y, Behaviorismo e a Teoria das relações humanas.

7. Direito: Muitos de vocês podem achar estranho, mas na administração o tema direito também é extremamente importante. Lembrando que existe uma diferença entre o direito estudado em administração e as matérias do bacharelado em direito. O principal foco é o direito empresarial, no qual o aluno irá se deparar com assuntos voltados à relação trabalhista, fiscal e normas que disciplinam a atividade comercial da empresa.

8. Administração de Marketing: Considerada como uma das matérias favoritas dos estudantes de administração. Considerada por muitos dos alunos a queridinha do curso, na administração de marketing o aluno se depara com as competências da análise de mercado, estratégias de preço, distribuição, publicidade e propaganda, desenvolvimento de novos produtos, entre outros quesitos importantes no desenvolvimento do negócio.

9. Organização de Sistemas e Métodos: Pode ser considerada como a disciplina que trata do desenvolvimento de habilidades de desenho, organização, estruturação e métricas de métodos e operações dentro da empresa. Essa matéria também contribui com a introdução de diversas ferramentas que serão úteis no dia a dia do futuro administrador.

10. Administração da Produção e Logística: Com essas disciplinas o estudante conseguirá desenvolver competências para organizar, gerir e controlar programas de produção (famosos PCPs). Além desse ponto, será possível também habilitar uma visão mais estratégica da companhia. Já na logística o aluno vai entender o funcionamento de uma cadeia de suprimentos, desde a compra, entrada de materiais, armazenamento, até a distribuição.

11. Administração e Planejamento Estratégico: Conhecida como administração estratégica ou apenas planejamento estratégico. É a matéria que desenvolve no aluno a capacidade de desenvolver estratégias empresariais, indo desde a análise do mercado, ou da própria organização (forças e fraquezas), até a análise de cenários externos, internos, revisão de planos, objetivos e muitos outros aspectos organizacionais.

12. Empreendedorismo: Uma disciplina extremamente importante no curso de administração. Geralmente é ministrada ao final da universidade e por vezes, é mal elaborada ou ignorada pelo alunos, mas que possui uma grande aplicação prática. Nela o futuro administrador adquire o know-how sobre como administrar uma empresa, focando na competência do planejamento empresarial, integrando diversas áreas estudadas ao longo do curso (ex: marketing, contabilidade, direito, etc.)

13. Filosofia, Sociologia e Psicologia: Por fim, temos algumas disciplinas que também possuem grande importância dentro do curso de administração. Elas preparam o aluno quanto ao conhecimento da sociedade, suas relações humanas, sua cultura, e também quanto a sua maneira de pensar. Muitas vezes, são enxergadas pelos alunos como matérias de pouca importância, vide a baixa aplicabilidade no mundo corporativo, porém são essenciais para uma melhor compreensão do mundo globalizado em que vivemos.

Conclusão – O que se estuda em administração?


De maneira resumida, podemos perceber ao longo do texto, o quão amplo são os assuntos e disciplinadas aplicadas durante o curso. Temos a existência de diversas áreas, que separadamente podem ter seus próprios objetivos e finalidades, mas que devido à ciência da administração, podem trabalhar em harmonia, de maneira integrada a fim de facilitar à organização no alcance dos seus objetivos e metas. A administração se tornou fundamental na condução da sociedade moderna. Ela é um meio de fazer com que as coisas sejam realizadas da melhor forma, com o menor custo e a maior eficiência e eficácia.


Por esse motivo e outros, a administração acaba sendo agregada por diversos outros profissionais, tais como médicos, engenheiros, advogados, contabilistas, uma vez que estes quando são promovidos a cargos de diretoria, gerenciais ou de supervisão, necessitam aprender e ter o entendimento da administração, uma vez que começarão a trabalhar aspectos mais amplos do que da sua própria especialidade. Esses profissionais precisarão adquirir novos conhecimentos e posturas que suas especialidades não lhes ensinaram, daí o caráter mais universal da administração (que é bastante criticado por alguns). Mas claro, toda empresa sempre irá precisar de administradores formados, especializados e capazes de contribuir positivamente com a organização. Todos podem trabalhar juntos em prol de uma única finalidade – otimizar e elevar o patamar da companhia da qual fazem parte.

Até a próxima pessoal!

Autor: Filipe Bezerra
Referências Bibliográficas:
MAXIMIANO, Amaru. Teoria Geral da Administração. Atlas, 2012
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução a Teoria Geral da Administração. Elsevier, 2004.

-----

Nós também estamos no Twitter e no Google+!

7 dicas infalíveis para você se tornar uma pessoa mais resiliente

Confira abaixo 7 dicas para desenvolver sua resiliência


Resiliência

Você já sabe o que significa resiliência? Caso não, segue uma breve explicação: resiliência nada mais é do que a capacidade de um indivíduo de lidar com problemas, superar obstáculos ou adaptar-se à mudanças. No mundo corporativo, a resiliência vem se tornando uma das características mais exigidas pelas empresas, uma vez que auxilia na tomada de decisão e na resistência à pressão vivenciada no dia a dia no trabalho. Por esse e outros motivos, diversas pessoas se perguntam como ser mais resiliente, ou como adquirir essa característica. Abaixo listamos 7 dicas infalíveis que irão lhe ajudar a se tornar uma pessoa mais resiliente.

#01. Tenha sempre esperança e entusiasmo.

Diante da grande diversidade de problemas que ocorrem em nosso dia a dia, ao final, nos deparamos com duas possibilidades, deixar que todos os problemas sejam absorvidos de forma negativa, ou superá-los mesmo que seja na base da coragem e esforço. Independente da situação, a maneira como a encaramos os problemas é que define como seremos atingidos, negativamente ou positivamente. Se você viver, trabalhar e se relacionar com coragem e entusiamo com toda certeza o seu dia será mais produtivo e feliz. Procure descobrir qual a sua missão, pois dessa forma entusiasmo, intensidade e paixão serão coisas naturais para você.

#02. Não se preocupe com coisas pequenas.

Uma pessoa com boa inteligência emocional dificilmente perde sua energia com eventos pequenos. Por vezes, uma palavra hostil proferida por um conhecido (ou desconhecido), uma crítica no trabalho, uma discussão com alguém querido, ou a experiência de uma situação injusta, são o suficiente para acabar com o dia de uma pessoa comum. Repito, uma pessoa comum. Se você busca trabalhar sua inteligência emocional e com isso se tornar mais resiliente, deve parar de entrar em desespero ou se remoer a cada situação negativa que vivenciar. Pessoas resilientes sabem lidar com a adversidade, com a pressão e o inusitado, bem como reagem positivamente à esse tipo de situação.

#03. Potencialize sua criatividade.

A criatividade é a capacidade de pensar em soluções inovadoras e formas diferentes de fazer as coisas. Num primeiro momento, pode parecer algo bem difícil de se alcançar, mas a verdade é que todos nós somos seres criativos. Busque sempre se envolver sob uma ótica diferente das demais pessoas, claro respeitando os padrões racionais, porém nunca hesite de fazer algo inusitado caso você tenha convicção de que aquilo pode dar certo. Use e potencialize sua criatividade para ajudá-lo nas situações que lhe deixam desconfortável. A criatividade é uma excelente arma para transformar uma situação negativa num cenário harmonioso.

#04. Aceite as críticas alheias e as utilize ao seu favor.

Receber críticas faz parte da vida, e quem convive com pessoas, realiza atividades conjuntas ou trabalha em equipe está sujeito a esse tipo de situação. Contudo, todos sabemos que lidar com as críticas recebidas é um verdadeiro desafio, pois muitas vezes as achamos injustas e mal colocadas. Porém o problema real é que poucas pessoas sabem lidar positivamente quando recebem alguma crítica. O que a maioria não sabe, é que muitas vezes as críticas trazem consigo oportunidades valiosas de aprendizado, e em outras elas são um excelente meio de se identificar algo que pode ser melhorado (ou até mesmo extinto). Saiba quando utilizá-las ao seu favor.

#05. Administre as situações negativas.

Para se tornar resiliente, você precisará saber preservar a integridade de suas emoções, ou seja, conservar o seu estado emocional diante das adversidades e situações negativas que irá vivenciar. Uma situação constrangedora, retaliação, ou uma pressão excessiva por resultados, precisam ser enfrentadas com ampla resistência e inteligência emocional. Uma pessoa resiliente sabe manter a postura mesmo que seja diante das piores situações. Porém, ao invés de ter de trabalhar sempre o seu estado, o ideal é saber evitar e se antecipar à esse tipo de situação. Seja prudente em determinadas circunstâncias, a fim de evitar o desgaste emocional desnecessariamente.

#06. Aprenda a se relacionar e entender o próximo.

Relacionar-se bem com as pessoas não é uma tarefa das mais fáceis. Cada indivíduo possui suas próprias características e gostos, e nem sempre isso é bem aceito entre as pessoas. É por isso que o ato de se relacionar com diversas pessoas, ou com grupos distintos é visto como uma habilidade, atualmente chamada de relacionamento interpessoal. Se você não se encaixa nessas características, o importante é trabalhar o seu lado humano. Procure se interessar pelas pessoas, dar atenção, ser sincero (racionalmente). Em síntese, busque criar laços e conexões baseadas na reciprocidade. Esse é um passo extremamente importante para se tornar resiliente. 

#07. Não esgote suas energias em erros passados.

Muitas pessoas não conseguem seguir em frente após cometer uma falha ou vivenciar uma situação negativa. Elas supervalorizam seus erros, os erros dos outros e aumentam de maneira desenfreada a própria angústia, insensibilidade, ansiedade, entre outros carmas da sociedade atual. Essa postura esmaga o lado emocional e torna a pessoa refém de sua própria energia negativa, presa ao passado, sem conseguir seguir em frente. Se você errou, corrija, melhore, busque entender o que ocasionou o erro, mas nunca se prenda, ou torne perpétuo erros antigos (seus ou de outrem). O resiliente aprende com as próprias falhas e foca apenas na solução, sem remoer ou inventar tabuleiros inúteis.

Bom, é isso aí! Esperamos que aproveitem nossas dicas.
Até a próxima pessoal!

-----

Nós também estamos no Twitter e no Google+!

Cadeia de Suprimentos: Do conceito à gestão

O conceito de Cadeia de Suprimentos


Cadeia de Suprimentos

A cadeia de suprimentos consiste num conceito que abrange todo o processo logístico de um determinado produto ou serviço, desde o processo de fabricação (matéria-prima), até a entrega ao consumidor final. Pode-se entender a cadeia de suprimentos como uma rede interligada de negócios, que envolve fabricantes, distribuidores, varejistas e consumidores. Ela abrange o armazenamento e também toda a movimentação da matéria-prima, desde o seu ponto de origem até o seu ponto de consumo. A cadeia de suprimentos conecta e alinha as atividades de produção, armazenamento e transporte, visando a redução de custos e ciclos, a fim de maximizar o valor percebido pelo cliente final.


A palavra "Logística" tem origem da palavra francesa "Logistique" que significa "a arte de planejar". Seguindo essa linha, a cadeia de suprimentos nada mais é do que uma infra-estrutura logística planejada, que tem como principal finalidade a sincronia entre a oferta e a demanda. Uma cadeia de suprimentos, quando bem gerenciada, representa grande chance de benefícios às empresas envolvidas e também ao clientes. A gestão apropriada da cadeia facilita a otimização do serviço, bem como a melhor qualidade do produto ofertado pela empresa. No geral, se trata de um esforço de integração dos processos envolvidos num negócio, que visa interligar seus diversos participantes e também otimizar seus recursos.

Elementos da Cadeia de Suprimentos


Fluxo da Cadeia de Suprimentos

Como dito acima, a cadeia de suprimentos ou cadeia logística é o principal canal de movimentação de um produto desde o seu processo industrial até o consumidor final. Também é conhecida como uma sucessão de manuseios, que a cada etapa agrega valor e reduz custos. A velocidade em cada etapa da cadeia é a chave para seu sucesso, uma vez que auxilia na redução de estoques, no baixo custo e na satisfação do cliente. A cadeia de suprimentos se inicia nos produtores, que fornecem insumo aos fabricantes, que finalizam o produto e enviam ao distribuidor. Este por sua vez abastece os varejos para que possam vender aos consumidores. Abaixo temos a descrição de cada participante e suas atribuições:

> Produtor: É o primeiro ponto do processo da cadeia de suprimentos. Derivado do francês - fournisseur (leia-se fornecedor), o produtor é aquele que fornece mercadorias e matérias primas para os fabricantes. Ao todo existem três figuras que se enquadram no conceito de fornecedor. São elas: o fornecedor ou produtor real (participante do processo de fabricação), o produtor aparente (quem apenas designa a marca ou logo) e o produtor presumido (aquele que importa o produto e o vende sem a clara identificação).

> Fabricante: mais conhecido como indústria. É a atividade econômica que surgiu na primeira Revolução Industrial, no fim do século XVIII. Ela tem como principal finalidade transformar matéria-prima fornecida pelos produtores em produtos comercializáveis. No geral, as indústrias são divididas em três grupos: as indústrias de base (matéria-prima bruta e processada), as de bens intermediários (máquinas e equipamentos) e por fim as de bens de consumo (bens duráveis, semi-duráveis e não duráveis).

> Distribuidor: a logística de distribuição consiste basicamente na movimentação e manuseio da carga (produto) para os pontos de venda. A distribuição física está ligada à movimentação do produto, enquanto o canal de distribuição está ligado à intermediação do produto. Essa etapa consiste nas operações de transporte e entrega dos produtos, visando suprir a escassez dos pontos de venda (varejos). A distribuição de uma mercadoria geralmente é feita por um transportador, que possui como principal foco o nível de serviço. 

> Varejista: é a venda do produto em pequenas quantidades, em um estabelecimento situado no centro urbano de uma cidade. O varejo é a venda direta ao comprador final, consumidor do produto, sem a existência de um intermediário. Todas as atividades de venda de bens ou serviços diretamente aos consumidores são classificadas como varejo. O varejista oferece conteúdo especializado, agregando ainda mais valor ao produto fabricado pelas indústrias.

> Consumidor: o consumidor ou cliente final é aquela pessoa que tem acesso à várias opções de escolha de produtos. Pode ser considerado consumidor qualquer pessoa que visite ou procure um estabelecimento com algum interesse em adquirir produtos no momento presente ou futuro. Em outras palavras, consumidor é toda e qualquer pessoa que participe do processo produtivo, desde a concepção do produto até o consumo do mesmo.

Objetivos da Cadeia de Suprimentos


Como citado anteriormente, uma boa cadeia de suprimentos auxilia na redução de custos logísticos, bem como melhora a assertividade e a qualidade do atendimento às exigências dos clientes. A cadeia de suprimentos vem se tornando cada vez mais importante dentro do mundo logístico, uma vez que deixa de existir apenas a competição entre empresas, para termos também entre cadeias. Uma gestão eficaz da cadeia pode ajudar a por em prática um processo contínuo e suave, facilitando a produção, a distribuição e o consumo.

Todos sabemos que a logística é a parte da cadeia de suprimentos que planeja, implementa e controla o fluxo dos bens, serviços e informações. Ela realiza toda a movimentação, desde o ponto de origem até o ponto de consumo. Já a cadeia de suprimentos é a integração dos processos desde o usuário (consumidor final) até o fornecedores originais (fabricantes). Sem essa integração não existiria estrutura logística, tampouco cadeia de suprimentos. Pode-se dizer que a cadeia é uma versão abrangente e integrada da administração de materiais.

Um dos objetivos básicos da cadeia de suprimentos é o de maximizar as potenciais sinergias entre as principais partes da cadeia produtiva, visando otimizar o atendimento ao consumidor final e tornando o sistema mais eficiente como um todo. A cadeia de suprimentos busca intensificar os benefícios da integração, fazendo com que as decisões saiam da perspectiva de uma única empresa, e passem a fazer parte da cadeia produtiva. Essa metodologia moderna ajuda a sincronizar as atividades de produção, reduzindo custos, minimizando ciclos e maximizando o valor percebido pelo cliente. 

Conclusão - Cadeia de Suprimentos


De maneira resumida, a cadeia de suprimentos é uma estratégia singular quanto a obtenção de vantagem competitiva ao negócio. É importante lembrar que a comunicação é um fator chave para a manutenção de uma cadeia de suprimentos, uma vez que ela não envolve apenas a movimentação de produtos físicos, mas também de informações essenciais entre as empresas participantes. O fluxo de informação pode seguir por dois caminhos distintos: do fornecedor ao cliente e também do cliente para o fornecedor.


A cadeia de suprimentos existe com a finalidade de integrar de maneira eficaz fornecedores, fabricantes, lojas e consumidores. Tudo isso com o intuito de que a mercadoria seja produzida e distribuída na quantidade ideal, na localização certa e no tempo correto. Juntos, todos os elementos buscam superar as expectativas quanto ao nível de serviço, como também reduzir os custos ao longo do sistema. Por fim, a cadeia de suprimentos pode ser entendida como uma forma de colaboração entre fabricantes, distribuidores e varejistas visando a criação de maior valor nos produtos e serviços fornecidos ao consumidor final.

Até a próxima!

Autor: Filipe Bezerra
Referências Bibliográficas:
MARTINS, Petrônio. Administração da Produção. Saraiva, 2005.
CORREA, Luiz. Administração da Cadeia de Suprimentos e Logística, Atlas. 2012.

-----

Nós também estamos no Twitter e no Google+! 

Como a tecnologia pode otimizar seu negócio?

Saiba como utilizar a tecnologia a favor do seu negócio


Inteligência artificial e negócios

Nos últimos anos a utilização da inteligência artificial tem se expandido para diversos tipos de aplicações. As empresas que souberem aproveitá-la de forma eficiente poderão se destacar entre os concorrentes e fazer diferença no mercado.

Para você compreender melhor o potencial e a amplitude que tem a inteligência artificial é interessante compreender o paralelo produzido por Peter Diamandis e Steven Kotler em seu livro Bold – How to Go Big, Create Wealth and Impact the World.  Peter e Steven explicam que o impacto da I.A. será semelhante ao efeito que a massificação do computador pessoal provocou na vida das pessoas. 

Tecnologias disruptivas, como são chamadas tecnologias que tem potencial de mudar nossas vidas, normalmente seguem um ciclo semelhante desde a fase conceitual até a fase de utilização plena. O ciclo é composto de 5 fases. 

Na fase inicial, chamada de “Technology Trigger”, são iniciadas as primeiras discussões sobre o assunto principalmente no mundo cientifico. Quando essa versão embrionária da tecnologia é bem aceita e demonstra um potencial grande essas discussões chegam a grande mídia. Nessa etapa inicia-se a segunda fase “Inflated Expectations” onde a expectativa gerada por pela tecnologia assume seu ponto máximo. No caso dos PCs, nos anos 60 a ideia gerou grande empolgação pelo mundo. 

No entanto, quando os primeiros computadores chegaram só era possível jogar jogos simples como o “Pong”. Como vocês devem imaginar, essa materialização da ideia gerou uma forte desilusão nas pessoas e nas empresas, considerada terceira fase.

É neste contexto que se dá a importância dos empreendedores. Mesmo quando a opinião geral coloca a nova tecnologia como desacreditada e até fracassada, eles acreditam no seu potencial e começam a criar aplicações que nem mesmo foram pensadas pelos idealizadores.

Visionários como Steve Jobs e Bill Gates no caso do PC contribuíram para as primeiras versões do PC como conhecemos hoje. Eles trouxeram de volta, de forma gradativa, o entusiasmo das pessoas com a tecnologia. E hoje, como resultado dos seus esforços, é quase impossível imaginar nossas vidas sem o computador.

Neste contexto abordado por Steven e Peter é que se encaixa a Inteligência Artificial. Segundo um artigo recente da revista Fortune, no ano passado, fundos de investimento investiram mais de 5 bilhões de dólares em 658 empresas de inteligência artificial. As principais empresas de tecnologia já oferecem “robôs” para serem treinados e possam ser utilizados em diversos tipos de aplicações. 

Alguns exemplos são o “Watson” da IBM, “OpenAI” do Elon Musk e o “Deep Mind” adquirido pelo Google recentemente. Baseado nessa tecnologia disponível, hoje estamos vivenciando uma quantidade enorme de empreendedores que inovaram em seus respectivos mercados. Descubra abaixo 4 motivos essenciais para utilizar a tecnologia a favor de seu negócio.

> Aumento exponencial das vendas:

Imagine ter um auxiliar de vendas que conhece profundamente cada potencial cliente. Tem conhecimento sobre como o cliente prefere ser abordado, por e-mail ou telefone. Se gosta de falar na parte da manhã, tarde ou noite. Tem consciência dos principais assuntos de interesse, se gosta de esportes ou não. E por aí a lista segue em uma infinidade de informações.

Esse tipo de ferramenta com inteligência artificial permitirá as empresas gerar soluções cada vez mais personalizadas para seus clientes. Sem contar, no auxílio para geração automática de propostas.

Já existem startups que estão movimentando o mercado de vendas. Segundo o Techcrunch, a startup Meanwhile Tact levantou 15 milhões de dólares em investimento para aplicar a inteligência artificial no planejamento do dia de vendedores para garantir que trabalhem de forma mais lógica e eficiente. Outro exemplo é a startup Conversica que levantou 34 milhões de dólares para criar um assistente de vendas virtual.

> Melhora gradativa no atendimento ao cliente:

Segundo uma análise realizada pela IBM, metade dos 270 bilhões de ligações de SAC feitas anualmente no mundo não são resolvidas. Melhorar essa taxa pode significar um estreitamento das relações com o cliente. Com a inteligência artificial, por meio das interações diretas por mensagens ou chats, os clientes podem ser atendidos em tempo real. 

> Análise de tendência de cenários e prevenção de problemas:

Utilizando a AI para dados em tempo real com dados históricos da operação das empresas é possível prever diversos tipos de problemas. Alertas podem ser enviados para a gerência antes que se tornem problemas críticos. Essa economia pode ser feita tanto em equipamentos quanto em tempo dos colaboradores.  

> Melhoria na eficiência e eficácia da sua operação:

Colaboradores e clientes sofrem para encontrar as informações que precisam no meio de diferentes plataformas bancos de dados, documentos, e-mails, catálogos. O que torna isso uma tarefa extremamente demorada e frustrante. Robôs são capazes de fazer buscas muito rápidas e inteligentes interpretando e cruzando todas essas informações não estruturadas. Falando um pouco do nosso mercado que é o de sistemas de gestão, acreditamos que a inteligência artificial irá mudar significativamente a forma como as empresas de consultoria interagem com o cliente para ajuda-los nos processos de certificação de normas como a ISO 9001, ISO 14001, OHSAS 18001, dentre outras.

A Verde Ghaia Consultoria Online já disponibiliza seu consultor virtual chamado “Rick” e que auxilia desde a solução de dúvidas pontuais até a execução de etapas do processo como a elaboração da sua Matriz SWOT, Política, Gestão de riscos e muito mais. 

-----

Artigo enviado por Guilherme Arruda, diretor da Consultoria Online Verde Ghaia

Peter Drucker, o pai da administração moderna

Quem foi Peter Drucker?


Peter Drucker e a Administração

Peter Drucker, nasceu em 1909, em Viena, na Áustria. Seus conhecimentos sobre a ciência da administração teve início ainda com seus pais, que costumavam realizar encontros com famosos personagens políticos e econômicos da época. Quando adulto, formou-se em Frankfurt, na Alemanha, onde realizou o doutorado em Direito Público Internacional na universidade da cidade. Com o tempo, passou a viver em Londres onde trabalhou como economista e jornalista durante anos. Em 1937, mudou-se para os Estados Unidos, atuando como correspondente do jornal de economia Financial Times.


Por fim, em 1971, ingressou como professor na Claremont Graduate University, onde lecionou por 30 anos. Peter Drucker foi um renomado escritor, professor e consultor administrativo. Considerado por muitos, o pai da administração moderna, ele era o autor mais reconhecido dentre os que estudavam os efeitos da globalização na economia em geral e em particular nas organizações. Drucker enxergava a administração de empresas como uma ciência que trata das pessoas nas organizações e também como a principal ferramenta da sociedade moderna. Seu estilo era único e foi considerado o seu mais importante diferencial.

A importância de Peter Drucker para a administração


Peter Drucker não é considerado o pai da administração moderna à toa. O seu legado nessa área de estudo é extraordinário. Drucker teve uma longa e extensa carreira como especialista em gestão e negócios, escrevendo ao todo mais de 30 livros, que juntos desencadearam uma revolução única na maneira de gerir uma organização. Ele introduziu aos negócios a ideia de descentralização, invertendo a forma que os líderes enxergavam os trabalhadores.

Ao definir a administração de empresas, como uma disciplina, Peter Drucker a declarou como uma ciência prática e humanista, a qual não se restringia apenas às questões corporativas, mas que procurava englobar fundamentos da teoria política, psicológica, filosófica, econômica, histórica, matemática, entre outras. Drucker se descrevia como um "ecologista social", que extraía conhecimento da observação humana e afirmava que as teorias não tinham vida sem a perspicácia da comunicação.

Ao longo de mais de 70 anos, as contribuições de Drucker influenciaram milhares de pessoas, incluindo grandes nomes da atualidade. Bill Gates (fundador da Microsoft) e Henry Ford (fundador da Ford Motors), foram alguns dos nomes que encontraram nos livros do economista austríaco inspiração para compreender as tendências da economia mundial. Dentre suas principais obras, destacam-se os livros Administrando em Tempos de Grandes Mudanças, Tecnologia, Administração e Sociedade, O Executivo Efetivo e Administrando para o futuro. Até hoje, suas teorias são consideradas divisores de águas na administração.

Estilo de abordagem e a Administração Neoclássica de Drucker


O autor costumava dizer que suas obras não possuíam validade de longo prazo, mas que o mais importante era o modo como procurava se comunicar com as pessoas. Drucker afirmava ainda que a empresa que conseguia vender seus produtos e serviços para o cliente certo, no momento ideal, na medida adequada e ao preço correto, teria seus esforços de venda reduzidos, pois o processo atingiria um nível automático, uma vez que a demanda foi devidamente equacionada e trabalhada.

Considerados por muitos o maior guru da administração moderna, pode-se afirmar que não existe teoria da administração atual que não tenha origem nas obras de Peter Drucker. Ele trabalhou de maneira minuciosa os possíveis cenários de negócios, sendo influenciado pela análise das tendências mais marcantes e pelos resultados lógicos conforme apresentavam semelhanças com acontecimentos já ocorridos na história.

Peter Drucker nos trouxe uma das suas mais impressionantes ideias no livro Administração na próxima sociedade, onde expunha que teremos um aumento da mobilidade social a partir do acesso à educação formal. Outro ponto interessante de sua teoria era a existência de duas forças distintas de trabalho, as de pessoas abaixo e acima de 50 anos. Drucker também iniciou o conceito de reprivatizações, que significava a privatização dos serviços públicos com o intuito de reduzir a burocracia atrelados à eles.

Conclusão - Peter Drucker, o pai da administração moderna


De maneira resumida, Peter Drucker enxergava a administração como uma ciência interligada à diversas matérias, das quais extraía conhecimentos valiosos que agregavam aos mais diversos âmbitos da disciplina. No auge da popularidade e também em uma de suas frases mais icônicas, afirmou que nenhuma instituição poderia sobreviver se precisasse apenas de gênios para serem administradas, pois toda organização deveria estar organizada ao ponto de ser capaz de seguir em frente sob uma liderança composta de seres humanos com conhecimentos e personalidades diferentes.


Além dos principais conceitos citados ao longo do texto, Drucker também introduziu no mundo moderno a administração por objetivos, que era caracterizada como um método otimizado de planejamento e avaliação, baseado em fatores quantitativos. O autor foi uma pessoa além de seu tempo, inovando e reforçando a necessidade de nos concentrarmos nas oportunidades que aparecem, e não nos eventuais problemas que surgem. Hoje em dia, as noções ensinadas por Peter Drucker podem parecer obviedades para alguns estudantes de administração, mas não era assim quando ele começou a escrever por volta da década de 40.

Até a próxima pessoal!

-----

Nós também estamos no Twitter e no Google+!

7 erros cruciais que fazem um líder cair

Os principais erros cometidos por um líder


Os principais erros de um líder

Nos dias de hoje, é quase certo dizer que metade das pessoas que trabalham, já tiveram problemas com seus chefes (atuais ou ex). Você provavelmente também já deve ter escutado a afirmação de que as pessoas se demitem de seus chefes e não das empresas em que trabalham, certo? E o mais preocupante é que isso é muito mais comum do que se imagina. Infelizmente a maioria dos líderes atuais não pensam em gestão estratégica, eles passam a maior parte de seu tempo "apagando incêndios" ou resolvendo problemas do seu dia a dia. 

Dessa forma, é fácil imaginarmos a rotina de um gestor, que ao invés de trabalhar o lado humano, fica apenas correndo atrás das metas não alcançadas, resolvendo problemas com os clientes, sem tempo hábil para gerir sua equipe da maneira correta. Com isso, pensar em gestão estratégica de equipes parece uma utopia. Existem diversos tipos de liderança, onde cada uma possui pontos positivos e negativos. Por isso, numa tentativa de minimizar o seu lado negativo, nós elencamos os sete erros mais comuns de um líder, ou seja, aqueles que você nunca deve cometer. Segue a lista:

#01. Não pensar antes de expor sua opinião.

Sem dúvidas, um bom líder sabe ter prudência, ao mesmo tempo que é inteligente com suas palavras. Ele sabe ter o controle ideal, a fim de evitar que sua comunicação se volte contra si. Um líder inteligente, sabe expor suas ideias, evitando retóricas sem sentido e deixando de lado opiniões pessoais sobre os membros de sua equipe. Como já dizia o sábio Mahatma Gandhi, "aqueles que tem um grande autocontrole, ou que estão totalmente concentrados no trabalho, falam pouco. Palavras e ações juntas não andam bem. Repare na natureza: trabalha continuamente, mas em silêncio."

#02. Não dar feedback para seus colaboradores.

Algumas pessoas até falam que saber como dar um feedback eficiente e eficaz chega a ser uma arte. No geral, o momento do feedback de um gestor para seu funcionário, pode variar entre diversos gêneros, como drama, suspense, ou até mesmo terror.  Por vezes, muitos feedbacks honestos podem acabar machucando, ou ferindo o ego da pessoa que está participando da sessão. Entretanto, para os líderes inteligentes, é fácil transformar essa angústia em alertas e dicas para que as pessoas aprendam de maneira construtiva com suas falhas e dificuldades.

#03. Não desenvolver e capacitar sua equipe.

Ser um bom comunicador faz parte do dia a dia de um líder. Por esse motivo, não tem como um estar preparado para desenvolver sua equipe, se este por sua vez não tiver boas habilidades interpessoais. É bastante comum o líder focar em demasia nos objetivos e metas da empresa, deixando de lado o ponto principal, que seria o desenvolvimento de seu time. Se o líder pensar de maneira inteligente, vai perceber que quanto mais capacitado seu time for, mais facilmente os objetivos e metas serão alcançados. Entenda o perfil de cada um, e extraia o melhor que possam oferecer.

#04. Não cumprir as promessas que faz (resumindo, não ter palavra).

É um tanto lamentável, mas inúmeros líderes enganam seus colaboradores com falsas promessas e ilusões de que situações irão melhorar. Essa atitude faz com que sua credibilidade fique arranhada para sempre, pois é muito difícil recuperar a confiança de alguém, principalmente, quando se trata de assuntos relacionados ao trabalho. Um líder inteligente sabe evitar agir como um manipulador, que propaga promessas sem nexo, transformando o ambiente de trabalho em um local motivado por impulsos enganosos. Evite agir como um hipócrita, simples assim.

#05. Estar sempre indisponível, ou dificultar a comunicação.

Um líder que nunca está disponível para os seus liderados é um problema, isso é fato. O líder precisa manter uma conexão contínua com sua equipe, claro que não significa que atenderá de imediato à todas as solicitações. Mas é necessário saber criar canais de comunicação e explicar as pessoas sobre como e quando usá-los. Lembre-se que o ato de delegar tarefas e cobrar resultados, deve trabalhar em conjunto com o de instruir e orientar. Permita que seus funcionários tragam ideias, que mostrem para você o que os clientes querem e deem sugestões.

#06. Não saber motivar e engajar seus colaboradores.

O ser humano é movido por desafios, pelo desejo de aprender algo novo, de fazer a diferença ou desenvolver talentos. Por isso, o líder deve saber aproveitar o sistema de metas e objetivos utilizados nas empresas, para recompensar sua equipe com bônus, promoções, entre outros prêmios. Se baseando sempre na meritocracia. Líderes que ignoram o merecimento de seus funcionários, acabam reduzindo muito o engajamento do time e consequentemente gerando possíveis pedidos de demissão. Um líder inteligente sabe demonstrar interesse verdadeiro nas experiências pessoais dos indivíduos.

#07. Não possuir conhecimento técnico da própria área.

É necessário ter bagagem e vivência de algumas situações profissionais para saber interpretar e identificar corretamente os cenários existentes de uma organização. Além disso, é fundamental ostentar a ciência específica da área, conhecendo amplamente os assuntos em questão para poder responder de maneira eficaz às múltiplas complexidades presentes. Essas duas abas permitirá que o raciocínio do líder seja mais ágil, eficiente e polivalente, fazendo com que o mesmo tenha um índice de acerto bem próximo da perfeição e uma capacidade singular de diagnosticar e sanar problemas.

-----

Nós também estamos no Twitter e no Google+!

COLUNAS
RECOMENDAMOS
REDES SOCIAIS
-------------------------------------------------
Receba Nossas Atualizações
PARCEIROS